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Feliz dia das bibliotecárias!

Na manhã deste sábado, 12 de março, a equipe da ONG Cirandar recebeu em sua sede os educadores sociais que atuam na rede de bibliotecas comunitárias de Porto Alegre – o Redes de Leitura. A instituição formadora da rede preparou uma ação especial de planejamento e compartilhamento de idéias, que teve como foco os planejamentos pedagógicos das ações culturais e de leitura realizadas nas comunidades.
A formação proporcionou o diálogo entre os educadores e as reflexões sobre o direito à leitura, à literaturara e à arte, dando protagonismo ao livro e ao leitor.
Ao longo da manhã, os educadores ouviram histórias, mediaram leituras, refletiram sobre as práticas realizadas e pensaram ações culturais para as bibliotecas da rede.
Para o próximo encontro, cada um irá preparar uma mediação de leitura de um dos livros escolhidos, pensando nos três momentos de planejamento: sensibilização, mediação e ação cultural!
Fica de olho que a gente te conta logo mais como foram essas ações.

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Antigas parcerias retornam à Biblioteca Comunitária do Arvoredo

Desde junho passado, quando a Biblioteca Comunitária do Arvoredo abriu suas portas à comunidade da Vila Mapa, na zona leste de Porto Alegre, os contatos e as parceiras com as instituições locais têm proporcionado que mais pessoas tenham acesso ao livro e à leitura.
Durante este período, as parcerias se fortaleceram e continuam empoderando mais leitores. Nesta semana, as escolas de educação infantil Vila Mapa II e Vó Belinha retornaram à biblioteca, para mais um ano de muitas histórias, brincadeiras e cultura popular.
A biblioteca Comunitária do Arvoredo foi inaugurada em setembro de 2015 e é gestada pela Sociedade Espírita e Beneficente Amor e Caridade.

Confira nas fotos como foram estes momentos especiais!

Formação para educadores sociais na Ilha Grande dos Marinheiros

Educadoras da Escola Infantil Tia Jussara e do Centro Social Marista Nossa Senhora Aparecida das Águas, Neusa Dias – educadora da biblioteca comunitária do Arquipélago, Rafaela Siqueira – educadora da biblioteca Chocolatão, Camila Schoffen e como fotógrafa Yasmin Winck, nossa estagiária em biblioteconomia.

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Educadoras da Escola Infantil Tia Jussara e do Centro Social Marista Nossa Senhora Aparecida das Águas, Neusa Dias – educadora da Biblioteca Comunitaria do Arquipélago, Rafaele Siqueira – educadora da Biblioteca Comunitária Chocolatão, Camila Schoffen e como fotógrafa, Yasmin Winck, nossa estagiária em biblioteconomia

Na sexta-feira dia 05 de fevereiro, a ONG Cirandar promoveu mais uma formação em mediação de leitura para educadores sociais das comunidades em que atua.

Dessa vez, o encontro foi realizado na Biblioteca Comunitária do Arquipélago e teve como público participante as educadoras sociais da Escola Infantil Tia Jussara e do Centro Social Marista Nossa Senhora Aparecida das Águas.

O encontro, intitulado Infância e Mediação de Leitura, foi conduzido pela bibliotecária e assessora pedagógica do Cirandar Camila Shoffen Tressino. No início da conversa as jovens mediadoras de leitura Zilá e Érika deram as boas vidas às participantes presenteando-as com leituras de trechos de livros do escritor Mario Quintana.

Com a fala de quem ama o que faz – relato de uma das educadoras que participou da formação – Camila despertou nos presentes as lembranças dos primeiros contatos com a literatura. Em uma bate papo descontraído, levou o grupo a um retorno ao passado para refletir sobre a importância da mediação de leitura que as educadores promovem às crianças no cotidiano. O encontro ainda possibilitou a realização de rodas de histórias, onde as educadoras puderam compartilhar leituras e inspirar novas práticas.

Entre surpresas, histórias marcantes e improvisações, a manhã terminou com um gostinho de quero mais.

A Ong Cirandar, a partir do acompanhamento que realiza à Rede de Bibliotecas Comunitárias de Porto Alegre vem promovendo, desde 2010 encontros de formação para educadores sociais de escolas e entidades parceiras das bibliotecas. Até 2015 a atividade contou com apoio do Instituto C&A

Final de Ano nas Bibliotecas Comunitárias!

2015 foi um ano cheio de conquistas, união e muitas leituras nas bibliotecas comunitárias! Confira tudo que rolou nos últimos instantes do ano que passou!

Tem picnic, formatura, teatro e muito mais!

Em breve, mais fotos de um 2016 que já começou com tudo na Rede de Bibliotecas Comunitárias de Porto Alegre!

Rede de parcerias da Biblioteca Comunitária Aninha Peixoto recebe formação

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Hoje a ONG Cirandar em parceria com a Biblioteca Comunitária Aninha Peixoto oferecerá formação para a rede parceira da biblioteca, logo mais às 14h.

O Redes de Leitura – Bibliotecas Comunitárias de Porto Alegre e a Ong. Cirandar oferecem formações, em parceria com o Instituto C&A, destinadas a educadores sociais e professores de entidades parceiras das bibliotecas comunitárias que integram a rede.

O encontro desta tarde será conduzido por Milene Barazzetti, professora, contadora de histórias e escritora. Hoje, ela conversará com nossos parceiros sobre arte de contar e encantar através da literatura.

Histórias e músicas marcam as atividades da Biblioteca Comunitária Visão Periférica

Recebendo os últimos ajustes em seu espaço físico e acervo, a Biblioteca Comunitária Visão Periférica tem realizado diversas atividades de mediação de leitura na comunidade da Vila Laranjeiras onde despertando o prazer pela leitura na gurizada.

No dia 28 de outubro, Sidney Costa e Júlio Dias, mediadores de leitura da biblioteca, abriram as portas para a comunidade e realizaram uma atividade pra lá de especial com os meninos e meninas que estavam por lá. No espaço pequenininho da bibliotecas, eles ajudaram a organizar o acervo de livros que vem sendo recebido de doações, ouviram muitas histórias e, ao som do violão, Julio animou a todos com as canções que tocou.

Sidney Costa, destacou a energia maravilhosa do momentos e das crianças e outras atividades já vem sendo planejadas para ampliar o contato da comunidade com o livro, a leitura e a música.

A rádio comunitária A Voz do Morro esteve no local e preparou vídeos muito legais! Confere no link: https://www.facebook.com/avoz.morro.

A Biblioteca, que integra o projeto Redes de Leitura desde o início deste ano, é uma iniciativa do Coletivo Visão Periférica, um grupo de jovens da comunidade da Vila Laranjeiras que também promove trilhas ecológicas no Morro Santana e participa de outras atividades culturais alternativas pela cidade.

Quer conhecer? Tem livros para doar?
Acesse o facebook da Biblioteca e entre em contato!

Pra colocar na agenda! Dia 26 de outubro tem Jornada de Formação de Mediadores de Leitura!

O Redes de Leitura e a ONG Cirandar promovem mais uma Jornada de Formação de Mediadores de Leitura, destinada a educadores, mediadores de leitura e voluntários do projeto Redes de Leitura.

JORNADA DE FORMAÇÃO DE MEDIADORES DE LEITURA

Neste mês, continuaremos as andanças pela Literatura e abordaremos mais duas temáticas:
Pela manhã, em um bate papo sobre etnia e raça, origens dos países e nações africanas, o professor e escritor Jeferson Tenório chega à literatura africana.
A tarde, teremos contos, cantigas e histórias indígenas, com o Grupo Quem Conta Um Conto, projeto de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O evento é gratuito, aberto ao público em geral e acontecerá no Teatro da Cia de Arte (Rua dos Andradas, 1780).
Para se inscrever, envie NOME e RG ao e-mail cirandarong@gmail.com. Não esqueça de informar o nome do evento no assunto da mensagem.

Confira quem são nossos palestrantes:
Jeferson Tenório nasceu no Rio de Janeiro, em 1977. Radicado em Porto Alegre é mestre em literaturas luso-africanas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Leciona em escolas de Porto Alegre. Premiado no concurso Paulo Leminski em 2009, com o conto Cavalos não choram e no concurso Palco Habitasul, com o conto A beleza e a tristeza, adaptado para o teatro em 2007 e 2008. É autor do romance O beijo na parede. Vencedor do Prêmio AGES (Associação Gaúcha de Escritores), eleito o livro do ano de 2013.

O Grupo Quem Conta Um Conto não só realiza apresentações em que são contadas histórias, como também promove oficinas e cursos de formação de contadores em diversos espaços. O trabalho é baseado na idéia de performance, um momento poético que recupera o ato de contar histórias, tão antigo quanto o homem, numa dimensão de ritual. Oferece a todos os implicados momentos lúdicos, que ampliam os referenciais poético-literários e estimulam a imaginação como experiência significativa para o conhecimento do mundo. O Grupo existe como projeto de Extensão Universitária desde 2005 e já teve em sua formação graduandos e graduados de vários áreas (Letras, Jornalismo, Teatro, História e Dança) . É coordenado por docente do Curso de Letras. A opção por histórias da tradição popular justifica-se pela convicção de que com elas tem-se acesso à diversidade étnico-cultural, uma maneira de contribuir para a valorização e recriação do patrimônio cultural brasileiro. Esse repertório tem em sua estrutura e nos seus temas elementos que atingem os mais diversos públicos: são simples (linguagem acessível, uso de ditados, provérbios, repetições, versos e cantorias), possuem ensinamentos, relacionam a vida material ao sobrenatural, tratam dos medos e maravilhas da vida humana em seus ciclos e rituais. Nas inserções comunitárias, tem-se constatado que os mais diversos públicos acabam por aguçar o conhecimento de outras artes como o teatro, a música e, principalmente, a literatura. Isso porque a exploração de corpo, gesto e voz, aliada ao uso de cantorias, instrumentos, desafios verbais ou mesmo de figurinos e objetos, cria uma dimensão espetacularizada. É a performance, experiência ritualística e poética em que as identidades dos participantes são postas em diálogo mas também em tensão. A estória dramatizada permite a interação entre contador e ouvintes, propiciando vivências coletivas e sensíveis. Tendo em vista que não só há vários tipos de conhecimento como várias formas de conhecer, eleger uma delas é já fazer uma intervenção sobre o mundo, por isso temos optado por ultrapassar as portas da universidade e mergulhar na realidade, efetivando uma intervenção que é simultaneamente social e poética, posto que prazerosa e estimulante.

Te esperamos lá!